há uma sirene não muito longe daqui, acho que no meu dedão do pé. como uma daquelas travas eletrônicas que puseram no tornozelo do rutger hauer num corujão qualquer. parafernálias que servem para avisar que o perigo pode estar logo ali na primeira esquina atrás da placa de contra-mão. há um risco iminente de enfarte fulminante cada vez que te vejo e cada vez que te perco. se você parasse pra ver as oscilações do meu eletrocardiograma me abraçaria como uma camisa de força e declamaria todos os poemas de sylvia plath que você decorou só pra me impedir de fazer uma merda muito grande. eu gosto quando você é assim, contraditório.

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Menos um tiro e menos um beijo. Seu blog é massa
a mentira pode ser um beijo sim! obrigada.
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